sábado, 16 de março de 2013

* E A CHACINA DE CÃES PELAS RUAS DA CIDADE CONTINUA!

Pessoas cuja infelicidade com certeza está estampada em seus rostos ou carimbada de forma indelével em suas vidas (seja dos mandantes ou dos mandados) continuam operando a mais baixa, vil e covarde ação de extermínio dos cães pelas ruas da cidade.
Até quando? Quando a população biquense ficará livre destes monstros?
Já passou da hora de dar um basta a estas atrocidades!
E acredito que esteja perto do fim, tal a mobilização da comunidade, que mais cedo do que se imagina irá descobrir, para que a Lei haja e se faça Justiça, punindo um a um, mandantes e mandados.

Ficam os versos do amigo Chicre Farhat, de seu último livro Versos da Solidão:

Última Ceia

O que doeu foi o silêncio que agredia.
(Nem o canto do galo?)
Até o latido não se ouvia de vários cães famintos,
imundos, escorraçados nas ruas cristãs da cidade.
Circulavam frente ao bar, restaurante, botequim.
E NADA, nem o vento do resto da lata de lixo,
ou o pedaço de osso de brisa.
(Vacinados na insensibilidade!)

CIRCUNSPECTOS!
Na solução inadiável de graves, intrincadas, históricas QUESTÕES NACIONAIS!
Ninguém os enxergavam, nem pelo mau cheiro.

Humilhados e ofendidos, (conterrâneos), Olhar fundo de medo.
Medo de qual autoridade?
Tristeza ter nascido ali para receber a justiça da paulada e do ponta-pé!

O cão não distingue se o dono é burro, inteligente, bom ou ruim. (Atenção)
Se der o coração, ele o retribuirá em dobro (com fidelidade canina, escrava).
Adote um, e confira.

Certo dia, UM BICHO de duas patas, que também latia,
ofereceu-lhes a ÚLTIMA CEIA:
Amanheceram mortos, tiroteados a frio. AMÉM!

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