quinta-feira, 25 de julho de 2013

* ÂNFORA DE MEL, NOVO LIVRO DO POETA CHICRE FARHAT.

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O escritor e poeta biquense Chicre Farhat lança mais um belo livro de poesias, Ânfora de Mel. Para mim, este livro foi ainda mais emblemático, pois graças a uma singela homenagem também faço parte dele.
Entre tantas belas poesias destaco Nossa casa sem preço, autêntico manifesto do autor.
E também  sua homenagem à Mãe Assima, ..."Flor de pérola. Melodia de violinos. No meu coração nunca houve outra estrela do teu brilho."
Em Indignação expressa opiniões com toda autenticidade ...”Não trago a esperança desperdiçada. Quem sonha carrega alegria.” ...”Desde gente, navego contra a indiferença.”
Em Esses homens aí, sentencia aqueles que detêm o poder de transformar as coisas, mas preferem a mesmice e a omissão. Também expressa em Inverno ..."a cada manhã, o sol, a chuva, sal temperando a terra. Ausência de valor, desprezo do perdão, pequenez. Em decomposição, o mundo fede.”
Em um dos melhores, Curvaturas Humilhantes, destaco  ...”Dizer não à ofertas ocultas, a vida facilitando. A consciência lhe cobrará soma maior.”
Discorre sua técnica em Poema.
Em Viver Mais   ..."Enfrentaremos idades. Em leveza, olvidaremos o mundo, tudo à sua volta. Depois, debruçado na tarde longa apreciaremos as cascatas das estrelas perfumadas. Viveremos mais que outras vidas.”
Em Viver o Momento, ”Vida é momento e são vários. Como conciliar o que sentimos, com a vida que levamos? Qual a verdadeira e como é a errada? Se são diferentes, dependendo do instante, a nós nos cabe vivê-las, conjuntamente, embora divididas.”
Em Linhas da Bravura, recebo uma grande homenagem do Poeta.
Em Não me roubem a beleza   ...”Neguem-me virtude e perdão, mas jamais me roubem a ternura e cristal da beleza.”
Em Violetas e Jasmim, verdades são ditas    “Mal dita a palavra, esconde a mesma um mundo insano, sem alegria. Pausas, sorrisos complementam o recado, abre o poço da desconfiança. Então, o silêncio explode deboche, tudo desabando. A ampla avenida sonhada, torna-se esquina da tocaia e do bom senso. Só a amizade nada diz nem responde, se não vier da lucidez...”
Obrigado e parabéns, Poeta. Por favor: continue a recusar-se a "botar" o pijama!
...”Vá coragem, seu livro lhe espera!”
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